quarta-feira, 26 de maio de 2010

#dica

Olá pessoal, tudo bem? Vocês sabem que eu sempre dou dica do que gosto porque acho que tudo que é bom a gente tem que compartilhar né? Estou abrindo uma seção nova no blog para poder tratar de beleza que é um assunto que muito me interessa, sempre! Vivo ligada em novos produtos que me ajudam a compor meus looks e a me deixar mais bela, qualquer que seja a ocasião. Se alguém também tiver uma dica bacana para dar pode escrever pra gente no mundogege@gmail.com com sua dica que publicaremos aqui! 

Foto "meia-boca" que eu mesmo tirei!
Pra começar eu queria falar de cabelo, porque eu adoooro testar coisas novas para hidratar as melenas. Tenho sempre comigo um ou dois cremes de tratamento, sem falar em condicionador, xampu e os sem-enxague! Mas esse que eu vou mostrar é um Bálsamo Condicionador que eu comprei por indicação da minha cabeleleira Marisa, que trata dos meus cabelos há anos e que sempre vende bons produtos. Comprei e não esperava que esse Bálsamo do nome fosse tão literal, mas é realmente, um bálsamo para nossos cabelinhos ressecados. Meu cabelo está sempre com alguma química, eu não pinto, mas relaxo a raiz porque tem muito volume, então é comum ele ester sempre ressecadinho da química pesada de relaxante. O bálsamo é excelente porque tem um alto teor lipídico (que significa alto teor de gordura) e com isso ele nutre bastante o cabelo. Como ele é mais gorduroso ele não pode ficar no cabelo, você passa, massageia o cabelo com ele e retira, okay? Quando eu quero dar uma hidratação no cabelo misturo o bálsamo com outro creme e deixo uns cinco minutos, também faz muito bem ao cabelo. Mas atenção, exatamente por essa característica super engordurante do creme ele NÃO pode ser usado por quem tem cabelo oleoso tá? Senão seu couro cabeludo corre o risco de ficar super engordurado e o cabelo fica com aquela cara de sujo. O Bálsamo Condicionador é da marca Essenzialli mas no site não tinha uma foto deste produto em específico. Eu também não sei como é feita a distribuição do produto, pois a empresa está no sul do país e eu estou no sudeste, mas quem quiser saber mais pode mandar um email para a empresa perguntando, o site eu linkei aqui. 

Então essa foi a primeira dica de beleza pra vocês! Depois eu volto com mais! Beijos, Ana Paula.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

"Se ela fosse magra"

Fluvia Lacerda
Hoje de manhã, eu fiquei muito satisfeita de conferir a Fluvia Lacerda no programa Hoje em Dia da Record. Ela é linda e se provou muito simpática! Adorei mesmo. Daí que comentando dela por aí, eu ouví o seguinte comentário: "nossa, mas se ela fosse magra ela arrasava"! Fiquei estarrecida. Ela arrasava? Oi, ela JÁ não arrasa? Tipo, ela é modelo, mora em NY, sai em várias revistas e outras publicações, dá entrevistas e não é só no Brasil não. A Fluvia faz mais sucesso lá fora do que aqui. Mas é que existe uma falsa premissa de que magreza é sinônimo de felicidade. Quando eu era mais nova ouví várias vezes que quando eu fosse magra eu ia poder fazer tudo que eu quisesse, ia poder vestir isso, usar aquilo e que todos os homens estariam aos meus pés. Primeiro, eu faço e visto o que eu quero. Segundo, desde quando isso ou ter todos os homens aos meus pés é garantia de alguma felicidade? Fosse assim, todos os ricos e bonitos teriam ai sua fórmula garantida. Não é o que a gente vê por aí, não é mesmo? As pessoas precisam parar de associar felicidade com forma física ou estaremos comprometidos para sempre com um fututo melhor. Felicidade é um estado de espírito, felicidade começa de dentro pra fora e não o contrário.  E eu sei que isso é um grande clichêzão, eu sei. Mas se alguém pensar algo diferente que funcione, se alguém tiver uma definição de felicidade que não esbarre num clichê sou todo ouvidos. Se você fosse magra talvez tudo fosse diferente. Talvez você fosse outra pessoa. Ou não. Quem é que vai saber? Como viver em cima de possíbilidades? Como viver em cima de um "E SE"? Eu digo: se algo lhe incomoda no seu corpo acho que é muito natural que você queira mudar, queira ser diferente. Se você é gorda e quer emagrecer, se é magra e quer engordar, qualquer coisa. Eu sou a favor de mudarmos em nós aquilo que não gostamos desde que não seja o único objetivo em sua vida. O que não dá é pra jogar toda a sua felicidade em cima disso ou achar que pra ser feliz você precisa obedecer a qualquer padrão, como se  suas satisfação pessoal dependesse disso, porque ela não depende. A felicidade está no que você faz e não no que você é ou deixa de ser. Então tá acima do peso? Vai fazer algo a respeito, mas lembre-se, não são os quilos a menos que vão te fazer feliz. É VOCÊ que vai se fazer feliz com qualquer peso na balança. Então minha resposta aos entusiastas da filosofia "se ela fosse magra" é: Fluvia, bem como tantas outras nos mostra todos os dias que sucesso e felicidade não são pesável, eles independem de fatores externos, como a beleza. Você pode ter o sucesso e a felicidade que quiser e está apenas em suas mãos conseguir o que almeja. Você não precisa ser nada. Não precisa ser capa, nem magra e nem rica. Precisa apenas ser você.

Beijos, Ana Paula.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Não peça desculpas!

Paola*, uma aluna minha, tem sérios problemas com alguns alunos em sala. Fato é que seu jeito não agrada muito os alunos desta turma. E como as pessoas podem ser cruéis, esses mesmos alunos deram um jeito de mostrar isso a Paola. Ela não deixou por menos e aí se instalou uma confusão. Até aí, vocês podem perguntar: o que o blog tem com isso. Na verdade, não tinha nada, até que em conversa com Paola e depois de muito choro da moça, eu me peguei dizendo a ela "não peça desculpas pelo que você é". E nesse momento eu me lembrei que não faz tanto tempo assim, quem pedia desculpas era eu. A gente quando não se gosta, por qualquer motivo tende se sentir inadequado, como se a gente não fosse bom o suficiente para o mundo. No meu caso, sempre foi um problema com a minha auto-imagem. Imaginava eu que as pessoas acima do peso não podiam e não deviam viver a mesma vida das pessoas magras. Imaginava eu que eu precisava sempre me desculpar pelo meu tamanho em qualquer ocasião, para as pessoas pensarem ao menos que se eu não estava adequada a um padrão social, cultural de beleza, que pelo menos eu sabia disso. Então eu me desculpava. Sempre e para todos. Ou então eu pedia licença, permissão para ser quem eu era. Ai eu podia ser quem eu gostava de ser, se de alguma maneira eu pedisse permissão. É claro que não era uma coisa clara, nem protocolado em três vias (risos), mas de alguma maneira, com algum comportamento, ainda que muito velado, eu estava pedindo a alguém: será que dá pra me amar como eu sou? É possível? Posso ser quem eu sou? Bom, depois de muito tempo, muito quebrar cabeça é que eu comecei a pensar que a única pessoa para quem eu preciso pedir permissão para ser como eu sou é para mim mesma. Porque se eu não me permitir, não me amar como sou, então não serei completamente feliz e nem deixarei que outras pessoas me amem plenamente. Desde então, eu venho tentando parar de pedir desculpas a mim mesmo. E venho pedindo somente a mim a permissão necessãria para me amar, para me aceitar como sou, com todas as minha potencialidades e limitações. É um processo lento, não se acorda assim do dia pra noite, pelo menos eu sou assim, bem lentinha. Mas aprendí também a respeitar o meu próprio tempo e não deixar que me apressem. Quando estiver pronta eu vou saber. Agora a razão deste texto é compartilhar o sentimento com alguém por ai que possa se sentir assim, ou já ter se sentido. Não peça desculpas por ser quem você é. Desde que você não magoe ninguém sendo o que é, não magoe de verdade, nada nesse mundo e nem ninguém tem o direito de te dizer que você é inadequado ou que você não merece ser feliz como qualquer outra pessoa. Portanto, não peça desculpas por ser quem você é, não peça licença para ser você mesmo. Apenas seja. Apenas viva.

Um beijo, Ana Paula.  

*nome alterado para preservar a identidade

sábado, 8 de maio de 2010

Mãe!

Minha mãe e eu!
Eu sinceramente não sei o que seria de mim sem essa mulher guerreira e valente que me deu a vida. Desde a mais tenra idade minha mãe é meu referencial e minha inspiração. Porque ela soube lutar com garra e graça as mais diversas provações. E hoje temos um lar unido, nos amamos e aprendemos juntos. Somos felizes e nada mais. O meu agradecimento ainda é pouco para expressar tudo que eu gostaria. Pelo exemplo, pela motivação, pelo empenho, pela preocupação, mas principalmente pelo amor mãe, porque é isso que torna você tão especial pra mim, o amor que você dedica de maneira tão singular. Eu amo você! Beijos, Ana Paula.


Quer homenagear sua mamãe? Mande uma foto dela para o nosso blog com uma mensagem bem bonita que publicaremos aqui! Nosso email é: mundogege@gmail.com . Vamos publicar imagens durante todo o mês de maio então dá tempo de mandar a sua hein?

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A linha tênue entre sinceridade e falta de educação.

"Eu falo o que penso". "Eu sou sincero porque digo tudo que me dá na cabeça". Quem nunca ouviu estas frases ou variações das mesmas? Eu conviví por muito tempo com uma pessoa que se dizia "franca", que "não tinha papas na língua" e que se gabava disso aos quatro ventos. Bem, sinceridade é fator fundamental para confiança, respeito em qualquer tipo de relação: amizade, namoro, casamento, no trabalho, na relação familiar e por ai. Mas o que me incomoda nos dias de hoje é que as pessoas não sabem reconhecer a tênue linha entre sinceridade e falta de educação. Acho sim, que a gente tem que dizer a verdade sempre. "Quem fala a verdade não merece castigo", foi o que eu aprendí em casa, mas a maneira como a gente fala as coisas é extremamente importante por dois motivos: a) a gente não precisa magoar alguém para ser sincero, se você faz as pessoas sofrerem com o que diz, qual o valor dessa "verdade"? b) a sinceridade enquanto expressão simples e pura do que é verdade pode ser muito subjetiva às vezes, eu sou sincera sobre uma coisa, mas às vezes aquilo não é do mesmo jeito para o meu vizinho. Quer um exemplo do que eu estou dizendo? Vamos supor que você vista uma roupa que não cai muito bem em você por algum motivo ou que eu simplesmente não goste nem um pouco da roupa. Daí você pergunta: "Como estou?" e entram aí duas possibilidades: o sincero-falo-tudo-na-cara pode te dizer: "Ficou péssimo, você está gorda e além do mais, esta roupa deixa o seu nariz enorme" ou "você não tem corpo pra usar isso"(só exemplos). Para a minha pessoa, tal opinião é grosseira, você faz o outro se sentir péssimo com esta resposta quando você poderia ter respondido com mais educação, algo tipo "Esta roupa não te favorece, que tal um outro modelo?" Ainda é a mesma opinião, sem precisar de usar de adjetivos pouco lisonjeiros.  Lembram do sincero-falo-tudo-na-cara com quem eu conviví? Essa pessoa era da opinião que se uma pessoa estava acima do peso, como eu, ela precisa ser constrangida para "tomar vergonha na cara e emagrecer". Nunca funcionou, é claro e eu ainda tomei pavor dessa pessoa.  Isso tudo baseado na sua franqueza e no pensamento dessa pessoa que só estava sendo sincera comigo, que era uma coisa que eu precisava saber e ouvir. Acho que nesse caso a verdade  pode ser muito subjetiva, pois enquanto uns acham que é preciso ser constrangido e humilhado para se perder peso outros pensam de maneira diferente. E ai, a sua sinceridade perde metade  do propósito.  Se você vai fazer uma critica construtiva, se quer que o outro melhore em algum aspecto, se acha que seu comentário pode ser proveitoso de alguma forma, por favor, seja sim, o mais sincero possível. Mas se você quer apenas ofender, humilhar, denegrir, ninguém precisa da sua tão dita sinceridade.  É claro que isso reflete a minha opinião, porque sinceramente, só convivendo com um sincero-falo-tudo-na-cara é que eu pude notar o quão grosseiras podem ser essas intervenções de sinceridade. E não pensem que eu quero que alguém mascare suas opiniões e nem mude de idéia do que vai dizer, porque falsidade é tão ou pior do que uma sinceridade desmedida. O que eu gostaria é que as pessoas lembrassem que todas as vezes que elas emitem um julgamento, uma opinião elas podem influenciar positiva ou negativamente uma pessoa, mas influenciar negativamente nunca é bom. E que a sua liberdade de ser sincero acaba quando começa a dignidade do outro. Espero opiniões nos comentários.

Fazendo um adendo, já que tive vários comentários e respondendo-os de alguma forma, esse texto é muito grande para ficar no layout do blog mas qualquer um é livre para citá-lo, desde que mencionada a fonte. Obrigado pelos comentários e dicas de vídeos!

Beijos, Ana Paula.

domingo, 2 de maio de 2010

#açãocontraobullying

Hoje o programa Altas Horas lançou uma campanha muito legal, uma ação contra o bullying. Para quem não sabe, o bullying é o ato de intimidar ou abusar de alguém. O bullying é muito comum em escolas, especialmente com os alunos considerados diferentes por algum motivo - que podem ser os mais variados: o gordo, o magro, o negro, o que usa óculos e por ai vai. O nosso blog já falou sobre bullying no ano passado, mas caso você não tenha lido, você pode clicar aqui e conferir a matéria. Em pesquisa divulgada no ano passado, ficou claro que os estudantes gostariam que casos de bullying tivessem punição - quase 90% dos alunos do ensino médio que responderam a pesquisa - e que boa parte deles - 50% -  sabe de fato o que é o bullying. Eu resolví postar a campanha aqui porque o bullying ainda é uma coisa para a qual não existe uma legislação muito certa, então ele acontece de maneira que as pessoas envolvidas não saibam muito o que fazer ou que medidas tomar. Então vamos todos nos unir contra o bullying, para que isso não mais ocorra com ninguém! E se você tem alguma história para contar sobre bullying escreva pra gente no mundogege@gmail.com e se você tem twitter procure a tag #altashorascontraobullying e não deixe de nos seguir também: http://twitter.com/mundogege !

Um beijo, Ana Paula.